Comecei o ano focada nas minhas metas para 2026, inclusive dividi elas
aqui no blog com vocês. Dar mais atenção à minha saúde física e voltar a praticar exercícios físicos era algo de extrema importância pra mim, por isso, em fevereiro iniciei fazendo caminhadas e em abril decidi me matricular na academia mais perto de casa. E junto dos treinos, achei prudente também começar a ajustar o prato.
A única dieta que já fiz na vida foi a Low Carb por recomendação médica, e dessa vez, apesar de ter começado uma reeducação alimentar antes da autorização do médico, logo tive ainda mais motivos pra continuar. No meu último check-up geral foi constatado colesterol alto, sobrepeso e disfunção no rim, portanto, é de suma importância que eu continue determinada a mudar alguns hábitos nocivos, e até então, fiz pelo menos três trocas alimentares benéficas.
O Café no Lugar do Toddy
Sabe o cafézinho diário dos millennials? Eu não gosto. Sempre acompanhei o pão francês com manteiga ou o pão de queijo quentinho com achocolatado, mas o açúcar refinado desse tipo de produto pesava muito na minha consciência (e na balança), então comecei tomando um dedinho de café sem açúcar com leite na primeira refeição do dia, e logo meu paladar se acostumou. Não deixei completamente de ingerir Toddy ou Nescau, mas agora minha bebida padrão é o cafézin com leite.
Frutas e Oleaginosas Substituíram os Industrializados
Tenho uma fome avassaladora principalmente nos dias em que vou à academia, antigamente eu ia beliscando QUALQUER COISA que estivesse na minha frente, de salgadinhos à bolinhos industrializados. Depois batia a culpa e eu sentia que meu treino não valeria de nada, então passei a fazer trocas e estar preparada para a fome, levo pelo menos uma fruta na bolsa da academia e venho comendo no caminho de volta pra casa. Além disso, ao invés de beliscar doces, comecei a optar por oleaginosas que tem gordura boa e auxiliam na hipertrofia pós-treino, como a
castanha-de-caju, castanha-do-Pará, amendoim e nozes.
Menos Refrigerante, Mais Água
Mais uma meta em processo, ano passado eu poderia dizer facilmente que eu e meu marido estávamos viciados em Refrigerante, comprávamos Coca-Cola todos os dias, façam as contas do quanto isso pesava no bolso, considerando que aqui em Curitiba uma garrafa de dois litros custa entre R$12 e R$15.
Mas não era apenas o bolso que sofria com nosso hábito nocivo, o corpo também começou a pedir socorro. A primeira coisa que notei quando parei de tomar refrigerante foi o desinchado e menor retenção de líquido no corpo. Primeiro substitui a Coca sagrada de todos os dias por sucos naturais, pra não sentir tanta falta, e atualmente já não preciso de mais nenhum tipo de líquido para acompanhar almoço e janta.
Ainda tomamos refrigerante, mas conseguimos diminuir drasticamente a frequência com que fazemos isso, e junto do abandono à coquinha amada, eu passei a beber mais água diariamente (meu rim agradece).
Olhando para trás, percebo que o processo de emagrecimento e cuidado com a saúde não se trata de radicalismo, mas sim de constância. Sei que ainda tenho um caminho longo pela frente, afinal, a meta agora é eliminar 10 kg, colocar esse colesterol no lugar e dar o descanso que meus rins precisam, mas ver que já consigo preferir o café com leite ao Toddy e trocar o refrigerante pela água me dá a certeza de que estou na direção certa.
Mudar hábitos nunca é fácil, mas descobrir o poder dessas pequenas trocas inteligentes mudou a minha rotina. E você, como estão as suas metas de saúde para 2026? Já conseguiu fazer alguma troca saudável por aí? Me conta aqui nos comentários, vamos focar juntos!
Trocas inteligentes, eu também tenho trocado as besteirinhas por frutas, tem feito a diferença.
ResponderExcluirBeijos, Ru.
tomar cafe sem açucar é um caminho sem volta, e se torna um pesadelo quando se está na casa de alguém que passa o café já com açúcar
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