15 março 2017

Eu Vi: Kong - A Ilha da Caveira




#27DiasDeALP - Post #13

Ontem fui ao cinema assistir um filme que a meses eu e meu marido esperávamos para ver, Kong: Skull Island, ou no modo brasileiro, Kong: A Ilha da Caveira. E como de praxe vou começar contando sobre o filme com aquela sinopse bacanuda do site AdoroCinema modificada por mim. Então bora lá.

1973. Fim da Guerra no Vietnã e um grupo de soldados liderados pelo coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson) são chamados para uma última missão antes de voltar pra casa, levar um grupo de cientistas a uma ilha (até então desconhecida) no Pacífico Sul, afim de desenvolver pesquisas sobre uma teoria geológica. Porém, o que eles descobrem por lá é muito mais do que uma confirmação de teoria.


Queria dizer nada não, mas minha sinopse ficou ótima! Enfim, falando sobre o filme... Quando você lê o título, sem dúvida já vem a mente as cenas clássicas que envolvem o macaco gigante tão conhecido nos cinemas, King Kong, não é mesmo?! Mas, existe uma sutil diferença aí, Kong: A Ilha da Caveira nos traz o gorila em seu habitat natural. Ao visitar a ilha, um grupo de expedição formado por militares, cientistas, uma fotógrafa e um "rastreador" percebem que a fauna daquele lugar sem dúvida nunca foi catalogada, pois Kong não é o único animal gigante ali. O problema é que o ser humano se acha O TOP DAS GALÁXIAS e já chega na ilha jogando bombas! Véi, eu fiquei indignada, me responda, por que o homem faz isso? E depois não querem que o dono do território responda com agressividade. É interessante pensar um pouco nessa reflexão do filme, sobre o ser humano se considerar incrivelmente incrível em todas as circunstâncias e achar que pode sair por aí arregaçando territórios alheios. Na vida real não temos animais gigantescos, mas temos sim, o ser humano tocando o terror na natureza em vários aspectos. 

Se você já pensou em como poderia ser uma briga entre o King Kong e o Godzilla, esse filme pode suprir um pouco dessa sua curiosidade. Não sei se é falta de criatividade ou medo de ousar e errar, mas Kong é um filme com referências de coisas que dão muito certo nas bilheterias do cinema. Acho que os produtores tem aquela ideia de que "time que está ganhando não se mexe". Por isso, é fácil lembrar de outros filmes assistindo a esse. Além disso, se percebe uma tentativa em obter uma continuação do filme. A trama se passa em 1973, então eu não sei né... Vai que resolvem tirar o Kong da Ilha da Caveira, joga-lo na cidade e enfim temos novamente a cena do Empire State nos cinemas. Quem sabe esse filme não quis mostrar apenas como era a vida de Kong em seu habitat antes de tudo o que conhecemos nos filmes anteriores de King Kong.


E volto a comentar nas minhas resenhas sobre filmes em que há pares românticos e o quanto isso me irrita de alguma forma. Todo filme parece que necessariamente precisa formar um par romântico, mas me surpreendi positivamente com Kong, assim como foi com A Grande Muralha, atração física e romance é algo que fica entrelinhas, perceptível, mas nada meloso. Além disso, a afinidade do macaco gigante pela mocinha do filme é existente, porém, mais sutil.


Apesar de eu ter saido da sala de cinema com a sensação de que faltou algo, talvez mais tiro, porrada e bomba em 3D, depois cheguei à conclusão de que os confrontos do filme foram suficientes para a trama. Também, é importante comentar sobre os efeitos especiais que foram muito bem feitos. No geral, eu gostei muito do filme e super recomendo a você, que como eu, gosta de filmes como Godzilla, Jurassic Park, ou o próprio King Kong.

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